11

mar

A Ascensão de Kratos

O jogo volta no tempo e mostra quando Kratos foi enganado por Ares – o deus da guerra original, segundo a mitologia grega – para que matasse sua família. Jurando vingança, ele quebra o pacto de sangue que o ligava a Ares, mas alianças com o Monte Olimpo não são facilmente desfeitas. Sentenciado a uma eternidade acorrentado em uma prisão, Kratos luta contra a própria insanidade pelas mãos das Fúrias, as deusas da punição, da justiça e do tormento.

Mas ao contrário dos outros títulos, a história de Ascension se arrasta de uma maneira pouco atraente. A insanidade do espartano não caiu muito bem como desculpa para boa parte das execuções contra inimigos mais poderosos. Além disso, muitos personagens surgem aleatoriamente no enredo, o que causa muita confusão, principalmente, para quem conhece pouco da história.

A impressão que fica é que já não há mais nada a se retirar da história passada do personagem. Agora é hora de recomeçar uma nova trajetória, assim como foi feito de forma convincente em God of War 3. Vale ressaltar que os títulos para PSP já adotavam essa estratégia de enredo.

 

Kratos enfrenta Megera, uma das Fúrias de God of War: Ascension (Foto: Gematsu)

 

 

Campanha repleta de desafios

A campanha principal do game continua única. Desde o primeiro momento o título instiga o jogador a enfrentar desafios e seguir a trajetória

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repleta de ação. O destaque fica para a dificuldade equilibrada do game. Desde o começo, os jogadores terão que lidar com criaturas mais fortes e inteligentes, que premeditam alguns movimentos e que continuam atacando, mesmo sob uma sequência de golpes.

 

 

Outro atrativo fica por conta dos poderosos chefes, que sempre foram marcantes em toda franquia. Prepare-se para enfrentar gigantescas criaturas e até mesmo semi deuses e suas formas mais do que bizarras. Tudo em um altíssimo nível de detalhamento – que falaremos mais adiante – e de uma certa complexidade na hora de derrotá-los.

Os conhecidos puzzles ainda estão presentes no game. A dificuldade para solucioná-los continua a mesma, ou seja, nada que faça o jogador perder mais do que meia hora para resolver. O jogo também conta com uma série de secrets espalhados pelo cenário, entretanto não tão difíceis de serem encontrados.

Novas habilidades também marcam presença em Ascension. Destaque para o amuleto de Ouroboros, que permite reconstruir ou destruir certas construções no cenário, além de servir como arma e manipular seus oponentes. Graças aos poderes dos deuses, Kratos também consegue, por exemplo, se locomover embaixo d’água e realizar outros movimentos – que não citaremos para evitar spoillers.

 

Kratos em God of War: Ascension (Foto: Reprodução)

 

Habilidades limitadas

A jogabilidade de God of War: Ascension se mantém praticamente intacta. As combinações de golpes mantém a tradição da série e você adquire mais movimentos a medida que sua arma é evoluída. Os golpes fracos, fortes, bloqueios e agarrões permanecem os mesmos, portanto, se você já está familiarizado com os outros títulos, não encontrará dificuldades para realizar alguns combos.

Ao contrário de outros títulos, Kratos não conta com uma variedade de armas. Apenas as Lâminas do Caos são suas companheiras nesta jornada. Em compensação, como God of War: Ascension se passa antes de Kratos ter provocado a ira generalizada dos deuses, eles ainda estão do seu lado. Sendo assim, ao longo da campanha, você receberá uma ajuda divina de acordo com seus elementais:

 

 

Deuses
Elementais
Poseidon Gelo
Hades Alma
Zeus Raio
Ares Fogo

 

 

Mesmo assim, a sensação é de que há uma certa limitação no leque de habilidades de Kratos. Por exemplo, evoluindo as Lâminas do Caos, Kratos ganha limitadas combinações de golpes que envolvem uma sequência de comandos. Já a evolução dos poderes divinos também não rendem tantas habilidades novas. Destaque apenas para os especiais, que para serem desbloqueados é necessário evoluir ao máximo o seu elemental – o que leva um certo tempo.

 

Mais violento do que nunca

A saga de Kratos ficou popularmente conhecida pelo excesso de violência e conteúdo sexual. Em Ascension, são poucas as cenas em que o guerreiro espartano atua como uma espécie de garanhão da mitologia. E assim como nos outros capítulos, ela continua sendo bem forçada. Afinal, não é qualquer um que, em meio a sua jornada em busca de vingança, consegue ter um tempinho para uma rápida relação sexual.

Já a violência continua sendo a ponto mais apelativo do jogo. Se não bastassem as execuções cruéis e insanas de Kratos, dessa vez elas estão mais – exageradamente – detalhadas. Desde tripas pulando para fora do estômago e membros sendo decapitados em câmera lenta, o jogo não poupa detalhes na hora de chocar o jogador com tamanha fúria do herói. Haja estômago!

 

 

Cenas de nudez estão presentes em God of War: Ascension (Foto: Divulgação)

 

 

Modo Multiplayer que surpreende

Quando o modo multiplayer de God of War: Ascension foi anunciado, muitos torceram o nariz, afinal, em uma aventura solo como a de Kratos não haveria lógica em um modo com outros personagens. Mas ao contrário de outros fiascos, como no recente Tomb Raider, o multiplayer agrada bastante. Ele conta com os seguintes modos:

 

Modo Quantidade de Jogadores Descrição
Favor dos Deuses em Equipe 4 x 4 jogadores Capture altares, mate inimigos e abra baús para ganhar favores em uma competição 4 x 4
Favor dos Deuses em Equipe 2 x 2 jogadores Capture altares, mate inimigos e abra baús para ganhar favores em uma competição 2 x 2
Partida de Campeões 8 jogadores Lute até a morte e ganhe favores a cada eliminação (cada um por si)
Partida de Campeões 4 jogadores Lute até a morte e ganhe favores a cada eliminação (cada um por si)
Capture a Bandeira 4 x 4 jogadores Roube a bandeira da base do inimigo e defenda a sua
Prova dos Deuses Cooperativo com 2 jogadores Uma corrida cooperativa contra a ampulheta do Olimpo em uma prova épica de resistência. Tempo é ganho a cada eliminação.

 

O sistema de evolução e personalização de seu Campeão é o grande atrativo deste modo. É possível customizar armas e armaduras, que evoluem determinados atributos, além de decorá-las com uma determinada cor. Você também evolui itens e habilidades de acordo com o deus escolhido para seguir sua trajetória.

Durante as partidas é de se admirar a qualidade do jogo. Mesmo com diversos jogadores na partida, não há grandes lags e dificilmente ocorre perda de conexão. Mais um motivo para se admirar este modo que inovou a série, já que em outros títulos o game contava apenas com a campanha principal e o modo solo onde você deveria derrotar ondas de inimigo – que continua presente em Ascension.

 

God of War: Ascension traz um multiplayer que agrada (Foto: Divulgação)

 

Incrivelmente bonito

Visualmente, God of War: Ascension pode ser considerado como um dos mais belos jogos já produzidos. É impossível não se encantar com tamanho capricho do Santa Monica Studios ao desenvolver cada etapa do game, seja nas cutscenes, ou na hora do gameplay. Ainda mais agora, que vivenciamos um momento de transição entre gerações de consoles, dá gosto de ver o que PlayStation 3 ainda pode proporcionar.

Não foram só os cenários que receberam esse cuidado, cada personagem e cada elemento importante do jogo não ficou de fora do rigoroso critério de qualidade do jogo. Kratos nunca foi tão bem reproduzido, seja “limpo”, ou repleto de sangue de seus adversários. As criaturas presente em praticamente todos os capítulos da franquia, como Ciclops, Cerberus, Medusas, também receberam uma cara nova, sem perder suas características. E os grandes chefes citados mais acima… esses são um verdadeiro espetáculo visual.

Entretanto, há um preço a se pagar por esse capricho, e ele pode ser caro. Diante de tantos detalhes visuais, Ascension é um game pesado. Dessa forma, o jogo não roda mais a 60 frames e apresenta algumas quedas bruscas de quadros por segundo. Se o game fosse desenvolvido para um PC, uma melhoria no hardware – principalmente processador e placa de vídeo – poderia resolver o problema. Mas o hardware de um console é sempre o mesmo, não há como melhorá-lo, por isso, essa pequena lentidão é constante ao longo de todo o jogo.

Para os gamers menos críticos, a sensação pode até passar despercebida. Mas para os mais experientes e, acima de tudo, exigentes, isso pode ser encarado como uma falha grave. Isso leva até mesmo a um questionamento: diante de uma proximidade tão grande do lançamento do PS4, não valeria a Sony esperar mais um pouco e lançar o título como grande carro-chefe do seu novo console e manter a qualidade em todos os aspectos?

 

 

God of War: Ascension (Foto: Reprodução)

 

Dublagem e menus em português

Assim como em praticamente todos os seus títulos exclusivos, a Sony traz ao Brasil God of War: Ascension totalmente em português. O jogo conta com todos os menus traduzidos, além de dublagem em todos os personagens do game, desde Kratos aos coadjuvantes.

Algumas vozes não encaixaram tão bem como deveriam. Algumas Fúrias, por exemplo, possuem um tom de voz bem artificial. Mas a grande maioria agrada bastante. Até mesmo Kratos conta com uma tom convincente e que encaixou muito bem no personagem.

 

God of War: Ascension (Foto: Reprodução)

 

Conclusão

God of War: Ascension se despede do PlayStation 3 mostrando que, mesmo no seu final de vida, o console ainda tem muito a oferecer. A jogabilidade ainda se mantém adequada para o que o game proporciona e o modo multiplayer, que muitos criticaram quando anunciado, agrada e diverte. Já o visual, foi tão caprichado que acabou deixando o jogo rodando mais lento, perdendo os 60 frames dos títulos anteriores. Já o enredo… é melhor você não se atentar a ele e continuar a se concentrar na pancadaria de Kratos.

 

Creditos : TechTudo

 


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01

mar

Bom esse é o POST 100 do tupiniquimtech gostaria de fazer algo especial mais está meio difícil as coisas, sabe como é…
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esse Blog ;D

Aos Colaboradores
Italo Zucareli
Gabriel de Oliveira – Ele é o mais novo membro da nossa equipe.
Paulo H. Domiciano – que hoje não está mais postando mais ajudou muito no começo

A todo mundo que visita e gosta do conteúdo que trazemos para o Blog, a todo mundo que manda email sugerindo posts.
A todo mundo que clica na área de publicidade e gera renda(daria até para dizer os nomes de tão pouco que são xD).

Mais fica aquele muito da equipe do TUPINIQUIMTECH


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26

fev

Com o aguardado game cada vez mais perto, chegou a hora de fazermos a lista de recursos que queremos que fiquem de fora do título, que chega no começo de 2013.

 

 

Embora a espera pareça não ter fim, Grand Theft Auto V está cada vez mais próximo de nós. A Rockstar finalmente revelou que o game chegará aos consoles no segundo trimestre de 2013, deixando os milhões de fãs da série ainda mais ansiosos com o título. Afinal, quais as novidades que a empresa preparou para compensar a agonia de quem não vê a hora de voltar a Los Santos?

Infelizmente, ainda teremos de esperar mais algum tempo para descobrir, já que a produtora continua com sua política silenciosa quanto ao quinto game da franquia, liberando informações inéditas em doses quase homeopáticas — para o nosso desespero. Por outro lado, isso não nos impede de especular, principalmente em termos de melhorias.

Enquanto nenhum recurso inédito é confirmado, nossas expectativas ficam exatamente em torno de aprimoramentos naquilo que já existe. Afinal, por mais grandiosos e empolgantes que os jogos sejam, eles não são perfeitos e sempre há aquela aresta que precisa ser aparada para que a sequência seja ainda melhor.

É exatamente por isso que decidimos listar exatamente os pontos que não gostaríamos de ver em GTA V. Sabe aquele recurso ou elemento que fez você torcer a cara em um dos jogos anteriores? Pois são exatamente eles que queremos fora desse que já é apontado como o principal lançamento do ano que vem.

 

 

1. O retorno das namoradas e amigos inconvenientes

Não, não estamos falando de sua vida social fora dos video games, mas dentro deles. Uma das principais sacadas dos últimos GTA é exatamente o foco dado ao lado não criminoso dos protagonistas, mostrando que eles não são apenas bandidos, mas pessoas que também saem para se divertir e conhecer gente nova.

 

 

O problema é quando essa brincadeira atrapalha o seu “trabalho”. Quem nunca se irritou ao ouvir o toque de celular e descobrir que seu amigo quer ir jogar boliche ou que sua namorada quer ir a um restaurante novo no exato momento em que você está indo em direção a uma missão importante ou durante uma perseguição policial? Isso é hora de chamar para beber?

Explorar esse lado social até era divertido em alguns momentos — principalmente nas primeiras vezes — e trazia muitas possibilidades, mas foi muito mal-executado. O principal problema era que telefonemas surgiam a todo o momento, obrigando o jogador a alterar sua rota para satisfazer o capricho de uma personagem com quem ele nem fazia questão de se relacionar. Queremos GTA, não um The Sims.

Isso não significa, porém, que não desejamos ter nenhuma missão paralela. Muito pelo contrário, pois é isso dá vida ao mundo do jogo e deixa tudo mais interessante. O problema acontece quando você praticamente obriga o jogador a fazê-la e a tarefa não cativa o jogador em momento algum. Namorar e fazer amigos são coisas legais, contanto que isso não quebre o ritmo da atividade central do game.

 

 

2. Realismo exagerado: um mundo em que furar sinal vermelho dá cadeia

Um dos segredos da Rockstar para fazer de GTA um sucesso é apostar em uma fórmula que mistura um realismo extremo com elementos fantasiosos que jamais seriam possíveis nas ruas das cidades reais. Afinal, quem já imaginou pegar um carro para dirigir sem se importar com qualquer lei de trânsito?

 

 

Pois é exatamente isso que não queremos perder no novo game. Alguns dos rumores em torno do jogo afirmam que a polícia será mais atenta e que até mesmo delitos “menores”, como excesso de velocidade ou aquele sinal vermelho furado na pressa, farão com que você ganhe uma estrela no medidor de perseguição.

Na verdade, trata-se de uma questão que divide opiniões. Por um lado, pode ser uma adição interessante, se bem usada. Isso deixaria o título muito mais realista, contanto que a prisão só seja decretada caso você seja pego em flagrante cometendo alguma infração. Nessas condições, não há do que reclamar.

Por outro lado, se for algo automático ou não pensado com cuidado, corremos o risco de ter uma mecânica restritiva e capaz de nos cansar em pouco tempo. Boa parte da diversão em GTA está em pisar fundo no acelerador e sair destruindo tudo o que aparecer na sua frente, sem se importar com o tráfego ou com o que o Detran de Los Santos tem a dizer. Metade do charme morre se você for obrigado a parar no semáforo ou tiver que escapar de viaturas a todo o instante.

 

 

3. Personalização de armas

GTA nunca foi um shooter, mesmo com sua extensa lista de armas disponíveis para ajudar em sua vida criminosa. A essência da série sempre foi algo mais solto em que a diversão está naquilo que você faz, e não exatamente como aquilo é realizado. É por isso que inserir customização e evolução de equipamentos é algo arriscado.

 

 

Melhorar suas armas pode ser algo bem útil em outros jogos, mas não se encaixa na proposta da série. Pense em quantas vezes você realmente se importou com a arma usada nos jogos anteriores. Praticamente nenhuma, não é mesmo? Isso porque o que torna a franquia tão divertida é exatamente a liberdade descompromissada que temos ao sacar uma pistola ou metralhadora.

No final das contas, não nos importamos se aquele fuzil causa 12 ou 15 de dano, mas se ele é capaz de matar aquele adversário antes que a polícia chegue. Arriscar essa abordagem pode fazer com que GTA V se aproxime de muitos games de tiro em terceira pessoa existentes por aí — algo que não queremos ver de maneira alguma.

 

 

4. Multiplayer vagabundo

Uma das piores manias desta geração é a de colocar multiplayer em tudo. Jogos que nasceram focados na campanha para um único jogador receberam um modo extra para que você possa desafiar ou colaborar com outras pessoas. Embora alguns títulos realmente tenham conseguido pensar em alternativas diferentes e funcionais — como Assassin’s Creed 3 —, outros não deram tão certo. É o caso de Grand Theft Auto.

 

 

A Rockstar até tentou inserir modos para múltiplos jogadores nos games anteriores, mas os resultados nunca foram satisfatórios. Por mais que a ideia de colocar todo mundo na cidade em um enorme Deathmatch pareça interessante, ela é rasa e não se sustenta como em outros títulos.

É por isso que, em GTA V, queremos um multiplayer que realmente valha a pena. A ideia de explorar Los Santos no modo online pode até ser reaproveitada, contanto que tenhamos modos diferentes que explorem a imensidão do mapa de maneira ideal.

Se a produtora conseguir criar maneiras diferentes e criativas de explorar as características da série, podemos ter algo interessante e bem diferente daquilo que vemos em todos os lançamentos recentes. Caso contrário, que a Rockstar continue com o single player, que é o que ela faz de melhor.

 

 

5. Modo zumbi

Por tudo o que é mais sagrado nesse mundo, chega. Zumbis são legais, mas isso não é desculpa para colocá-los em todos os jogos que chegam ao mercado. A piada com os mortos-vivos já deu e ninguém mais aguenta encarar “novos” modos com a mesma proposta.

 

 

É por isso que pedimos encarecidamente à Rockstar que ela não queira fazer o mesmo com GTA V. A brincadeira ficou legal em Red Dead Redemption, mas porque o game a inseriu em um contexto totalmente condizente com a temática proposta. Mas, em Grand Theft Auto, qual seria a justificativa para o apocalipse? 2012? Por favor, não.

Além disso, ninguém mais aguenta matar zumbis. A infestação já dura três anos e deixou de ser divertido, absurdo ou qualquer outro adjetivo usado para descrever a matança de devoradores de cérebros há muito tempo. Se for para fazer algo diferente, deixem os mortos em suas tumbas e apostem em outro nicho, como dinossauros, aliens ou paçocas — mas chega de zumbis!

 

 

Façam suas apostas

Essas são apenas alguns dos elementos que não queremos ver em GTA V, mas isso não quer dizer que eles são os únicos. Mesmo a Rockstar sendo uma referência em ótimo desenvolvimento, isso não a torna isenta de cometer alguns erros. Por isso, queremos saber quais os recursos ou elementos que você não quer ver no jogo. Certamente você deve saber de alguma característica que também não se encaixa na proposta da série e que ficaria muito boa bem longe dela. Por isso, conte nos comentários qual sua opinião.

Porém, e se o estúdio decidir nos ignorar e colocar tudo isso na versão final do game? Por mais frustrante que seja dizer isso, tenho certeza de que esse fato pouco vai importar e que vamos comprar o jogo de uma forma ou de outra. Afinal, você já sabe: dane-se, é GTA V!

 

 

Fonte:  Tecmundo


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26

fev

 

O anúncio do PS4 e de seu enorme foco em distribuição digital deixou muitos fãs dos discos preocupados: será que a mídia física está com os dias contados? Segundo Jim Ryan, chefe da divisão europeia da Sony, isso está longe de ser verdade.

Em uma entrevista ao IGN, Ryan afirmou que os discos ainda são o foco principal do PS4 em um futuro próximo (o que, de acordo com eles, quer dizer pelos próximos cinco anos, aproximadamente). E o motivo para isso é que os jogos de PS4 vão tomar tanto espaço que em muitas partes do mundo baixá-los se torna simplesmente inviável.

“Nós encorajamos os estúdios a usarem tanto do BD50 (o Blu-Ray de 50 GB) quanto puderem

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– algumas dessas coisas chegam a 45 giga. Se você for para o sul da Europa, onde temos negócios grandes e importantes, pode levar três dias com uma conexão-padrão de internet para baixar um arquivo desse tamanho, e isso não é divertido.”. Por isso, fãs dos discos, caixinhas e manuais impressos podem respirar tranquilos por mais algum tempo.

Digital cada vez mais forte

Se por um lado a mídia física ainda é a principal no PS4, por outro a Sony já deixa claro que pretende focar cada vez mais na área da mídia digital, optando por discos apenas em títulos de grande porte.

Em uma entrevista ao The Guardian, Shuhei Yoshida, presidente da Sony, afirmou que o novo console “será similar ao PS Vita em que todos os jogos estarão disponíveis para download digital, e alguns também estarão disponíveis em disco”.

Com isso, Yoshida espera que seja possível trazer games menores para a loja do PS4. Além disso, ele dá dicas de que, com isso, podem ser inseridos serviços como títulos free-to-play e até mesmo opções de inscrição (nos moldes da Plus, talvez?). Porém, teremos que esperar mais para saber se isso vai mesmo se tornar verdade.

Fonte: IGN, The Guardian


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25

fev

Tweet confirma existência do evento, mas afirma que data pode mudar.

 

É, parece que os rumores de que um novo evento da Microsoft relacionado ao Xbox estava próximo de acontecer são realmente verdade. Isso porque Rob Crossley, um dos integrantes do CVG, tweetou que “o próximo evento do Xbox está agendado para 26 de abril” – dentro de aproximadamente um mês.

Crossley também garante que foi informado por uma fonte de confiança. Mesmo assim, ele deixa claro que a Microsoft pode mudar a data do evento; no entanto, podemos ficar certos de que ele vai acontecer em um futuro próximo.

Agora é só esperar um anúncio oficial por parte da própria Microsoft e torcer para que, diferente do que ocorreu no evento da Sony, tenhamos a chance de ver a cara do console.

Fonte: BJ

 


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Desenvolvimento: Eduardo Antunes